Bom. Entrou em vigor a tal mudança na nossa língua tão falada (não a língua, a mudança).
Estou tentando escrever certo os novos posts. Mas tenho que informar que tenho programado para publicação futura em torno de 120 posts (acreditem!). E tenho certeza que alguma coisa de errada tem lá.
Assim, peço a ajuda dos leitores para corrigir os eventuais erros.
Achei um texto bem interessante no blog do Pedro Doria. Explica de uma forma simples. Tomei a liberdade de reproduzir a parte que interessa:
Acentos
1. Lá se vai o trema.
2. As paroxítonas cuja sílaba tônica fica no éi ou no ói perdem o acento – vai ser duro escrever Coreia assim.
3. Paroxítonas também perdem o acento quando a sílaba tônica está no i ou no u. Feiura.
4. As terminações éis, éu, éus, ói e óis, e com elas todos os espanhois, também perdem o acento.
5 Uma das que me deixa mais melindrado são as terminações êem e ôo(s). Veem é assim.
6. Acento diferencial para distinguir homônimos acabou: para, de parar, é igual àquele outro para. Pelo de bicho, idem.
A regra acima não vale para os verbos: Pôde segue acentuado para marcar o passado, têm para dizer que é plural, pôr verbo continua distinto do por preposição. Ele intervém, eles intervêm.
Hífens
Aí é a vez do hífen. Este, como jamais aprendi antes, me parece uma chance de aprender na segunda vez.
1. Se a segunda palavra começa com h, super-história, tem hífen.
2. Quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal do segundo elemento – agroindustrial – fica sem. Se a vogal de término e de início for a mesma – anti-inflamatório – tem hífen.
3. Não há hífen quando o prefixo termina com vogal e o segundo elemento começa com consoante diferente de R ou S: anteprojeto. O hífen também some no caso R ou S, mas aí a consoante duplica: antirreligioso. A exceção: o prefixo ‘vice’ sempre impõe um hífen, vice-presidente.
4. Se o prefixo termina por consoante e o segundo elemento começa pela mesma consoante – inter-religioso – tasque um hífen. Se, no entanto, as consoantes forem diferentes – supermercado –, não há hífen.
Há exceções: se o prefixo for ’sub’, aí também fica hífen para palavras iniciadas com R – sub-república. Para os prefixos circum e pan seguidos de palavras iniciadas por M, N e vogal, fica o hífen: pan-americano, circum-navegação.
5. Se o prefixo termina por consoante e o segundo elemento começa com vogal, hiperacidez, não tem hífen.
As exceções que ferram com a regra geral: ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, que sempre têm hífen.
6. As palavras com sufixo tupi têm hífen: anajá-mirim, capim-açu.
7. Os encadeamentos vocabulares tipo ponte Rio-Niterói e eixo Rio-São Paulo levam hífen.
Escrito por Zaka