O advogado do Valverde

17/fevereiro/2009

O advogado de Valverde, Federico Cecconi, com vasta experiência em defender atletas acusados de doping conseguiu o adiamento do depoimento de seu cliente para quinta-feira, 17 horas em Roma.

A acusação do CONI basea-se na violação do artigo 2.2 da WADA e menciona que o código genético do corredor (que teria sido analisado com a amostra tirada na etapa de Prato Nevoso no último Tour) corresponde à bolsa 18 da Operación Puerto, identificada como Valv.Piti que conteria restos de EPO.

Duas coisas: se o código genético bate, o nome na bolsa é irrelevante. E se o sangue era ou é mesmo de Valverde, não precisa ter restos de EPO, só o fato de haver sangue estocado já caracteriza prática de doping (lembram do Basso?).

Mas o que eu acho mesmo é que isso é um blefe do CONI: as tais bolsas devem estar na Espanha trancadas a sete chaves.

E Valverde está pagando pra ver. E deve estar pagando caro: nessa hora gostaria de receber os honorários do Sr. Cecconi.


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