Chegamos ao fim da temporada de pavés, iniciamos a temporada das clássicas de Ardennes (região montanhosa na Bélgica, Holanda e Luxemburgo – também um pouco da França e Alemanha).
Amstel Gold Race (19 de abril), Flèche Wallonne (22 de abril) e Liège-Bastogne-Liège (26 de abril) são as três representantes máximas, ciclisticamente falando, desta região.
A Amstel Gold Race é a prova de que uma corrida só vira clássica com o passar dos anos e nesse período deve sofrer alguns ajustes até encontrar a sua fórmula ideal (e trajeto). Sempre sofreu com a síndrome do “patinho feio” até 2003 quando trocou de lugar na agenda com a Liège, passando a ser considerado uma boa transição entre o Inferno do Norte e a tortuosa clássica. Outra boa mudança foi a meta da prova ir para o final do Cauberg, um muur (ou berg?) de 500 metros a 12% antecedido por um falso plano de 800 metros.
A Flèche Wallonne é sinônimo de Mur de Huy. Isso basta.
E a Liège não fica atrás, encerrando sempre em alto nível as Clássicas de Primavera. Sua máxima subida é a Côte de La Redoute.
(Antes que me corrijam: essa foto é na Cote St. Roche. Não é tão difícil, mas é mais bonita).
Esse artigo é apenas uma breve introdução. Na véspera de cada prova publicarei o artigo completo.


Escrito por Zaka