O Giro e o contrarrelógio

01/junho/2009

Duas coisas que não entendi nos dois contrarrelógios dessa edição do Giro.

1: Carlos Sastre no Estágio 12. O único a usar bicicleta de contrarrelógio numa etapa cheia de morros. Aliás, ele fez uma adaptação (sendo gentil, eu chamaria de gambiarra): está usando trocadores normais e um clip aerodinâmico. Alguém pode explicar o quê passou pela cabeça do espanhol?

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2: Danilo di Luca no estágio 21. Acho que foi o único a usar uma bicicleta normal num traçado que favorecia as bicicletas especificas para a modalidade. Sua alegação foi de que com ela poderia atacar as curvas com mais agressividade. Ele até fez isso, mas não resolveu absolutamente nada (e também o fato de pedalar longos trechos DE PÉ com altíssimas rotações não favorece muito).

bici2


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