- Menchov é um legítimo corredor de provas por etapas. Acaba de escrever seu nome no livro do Giro Centenário e já conta com duas grandes no seu currículo (não consegui informações, mas creio que não mais do que uma dezena de ciclistas tenha conseguido essa façanha. Imagino que seu próximo objetivo seja a Grand Boucle.
- Danilo di Luca é um bravo corredor. O Killer é do tipo chato, que não desiste e tem muita garra. Dentro de uma equipe ProTour faria estrago em muitas provas por aí (lembrando que a LPR não é convidada para muitas clássicas).
- Quem vai ser o líder da Liquigas? Basso? Pellizotti? E olhem que também temos no plantel alguns jovens talentos como Nibali e Kreuziger. Se “Basso já não é o mesmo de 2006″ (palavras do narrador Bulbarelli), ele que trate de treinar mais.
- Saxo Bank: onde está a poderosa CSC? O corredor melhor colocado (Lars Bak) acabou na 20a. posição a 30 minutos de Menchov. Bjarne Rijs está com um grande problema. Ele que trate de colocar alguns corredores entre os 10 no Tour e tente ganhar algumas etapas, do contrário…
- Damiano Cunego: quando ele vai perceber que não foi feito para essas provas? A cada etapa de montanha ele tinha uma aparência de acabado e, tive a impressão que está mais “fortinho”, não é mais o magrelo metido a escalador.
- Gilberto Simoni: a época dele já passou. Num Giro fácil (para os padrões da prova), nunca esteve no grupo da frente nas montanhas.
- Armstrong: dava a nítida impressão de melhorar a cada dia. Alberto Contador deve estar preocupado com esse fato E com a lealdade de seus gregários: vimos Armstrong buscando água, ajudando Leipheimer, andando junto.
- Para o próximo ano: torço para que os organizadores coloquem aquelas montanhas “de verdade” que estamos acostumados nessa prova.
Escrito por Zaka