1ª etapa: Assen-Assen – 29 de agosto
Disputado no circuito plano de Assen, a capital das motos.
2ª etapa: Assen-Emmen - 30 de agosto
Termina em sprint.
3ª etapa: Zutphen – Venlo – 31 de agosto
Outra etapa para sprinters. Uma breve passagem pela Alemanha (25Km) só para internacionalizar a prova.
4ª etapa: Venlo-Lieja – 1o. de setembro
Chegada em Liège, ponto de partida e chegada da “La Doyenne”. Antes porém passa pelo Cauberg, ponto de chegada da Clássica da Cerveja.
5ª etapa: Tarragona-Vinaros – 03 de setembro
O perfil da parte final da etapa poderá trazer um pouco de emoção nesse dia.
6ª etapa: Xativa-Xativa – 04 de setembro
Uma das etapas “rompe-piernas”.
7ª etapa: Valencia-Valencia – 05 de setembro
Contrarrelógio planíssimo. Os especialistas na modalidade poderão conseguir algumas diferenças importantes.

8ª etapa: Alzira – Alto de Aitana – 06 de setembro
Várias montanhas de 2a. e 3a. categoria antes da chegada numa montanha de categoria especial. Tudo indica que, teoricamente, será uma boa etapa para acompanhar.
9ª etapa: Alcoy – Xorret del Catí – 07 de setembro
Mais um dia com 7 montanhas de 3a., 2a. e 1a. categoria. Não termina no alto da monhanha, mas ele está a 3Km da meta, o que significa que teremos ataques.
10ª etapa: Alicante – Murcia - 08 de setembro
Uma etapa propicia para fugas. Os favoritos precisam tomar cuidado para não perder tempo com relação aos seus adversários diretos, ao estilo “valverdada”.
11ª etapa: Murcia – Caravaca de la Cruz – 09 de setembro
Uma das melhores oportunidades para os ciclistas que pretendem uma vitória numa fuga: o perfil descendente da metade final favorece muito essa estratégia.
12ª etapa: Almería-Alto de Velefique – 11 de setembro
Uma das etapas principais da prova: duas montanhas de 1a., uma de 3a. e a chegada no Alto de Velefique (inédita) de categoria especial. Uma subida dura, 13Km com pendência média de 7,5% e rampas de até 13%.
13ª etapa: Berja-Sierra Nevada – 12 de setembro
Só o nome da montanha final dispensa comentários. Sierra Nevada tem 8Km de extensão, pendência média de 8% com máximas próximas a 17%. Antecede o final o Puerto de Monachil, um gigante com 2.000 metros de altitude. Imperdível.
14ª etapa: Granada – La Pandera – 13 de setembro
Mais uma etapa de montanha, outra chegada no alto. Uma etapa “rompe-piernas” com uma chegada na Sierra de la Pandera. É o terceiro dia consecutivo nas montanhas (os sprinters vão odiar os organizadores).
15ª etapa: Jaén – Córdoba – 14 de setembro
Uma etapa mais calma com um circuito final em Córdoba com uma subida de 2a. próximo da meta. Parece desenhada para Valverde.
16ª etapa: Córdoba-Puertollano – 15 de setembro
Acaba em sprint.
17ª etapa: Ciudad Real -Talavera de la Reina – 16 de setembro
Acaba em sprint.
18ª etapa: Talavera de la Reina-Ávila – 17 de setembro
Uma etapa de transição montanhosa. A última subida fica a 20Km da meta e não deve proporcionar vantagens aos escaladores.
19ª etapa: Ávila – La Granja – 18 de setembro
Três escaladas de 1a. que poderia encerrar no Puerto de Nevacerrada. Ao invés disso, a organização optou por empurrar a meta 20Km adiante num trajeto de descida. Não basta ser bom escalador, precisa ter técnica de descida.
20ª etapa: Toledo-Toledo – 19 de setembro
Crono individual. Se alguma coisa tiver que ser decidida (poucos segundos) será aqui.
21ª etapa: Rivas Vaciamadrid-Madrid – 20 de setembro
Termina em sprint.




















Escrito por Zaka