Gabriele Bosisio, parte 2

06/outubro/2009

“Sono innocente, voglio le controanalisi.”

Algo como: sou inocente, quero a contra-análise.

Preciso pensar numa promessa a pagar no dia em que a análise da segunda amostra der negativa (talvez ir pedando até o Santuário de Caravaggio). É sempre a mesma conversa, socos na mesa, alegações infundadas, teorias conspiranóicas.

Ninguém é homem suficiente pra admitir que usou métodos ou substâncias ilegais?


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