O comparativo final.
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Essa entrada foi publicada em 0, 13 \13\UTC novembro \13\UTC 2009 às 10:52 am e arquivada em Giro D'Italia, Tour de France, Vuelta a España. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0. Comentários e pings estão temporariamente fechados.


Zaka,
Eu tava pensando aqui sobre esse aumento de velocidade, eu acho que seria interessante uma análise das bicicletas e seus componentes, que podem ter uma grande influência nesse aumento. Se você pensar que nas primeiras grandes voltas as bicicletas deviam beirar uns 20kg e hoje em dia temos bicicletas de 6,8kg, ou seja, uma redução de mais de 50%. Esse pode ser um dos motivos, isso sem contar que hoje em dias os rolamentos de cerâmica apresentam um baixíssimo coeficiente de atrito, se compararmos com os “rolamentos” de esferas livres do passado temos um pulo gigantesco de qualidade de equipamento.
Bom é claro que o atleta em si teria mais influência, mas será que se pudéssemos pegar uns desses intrépidos que disputavam corridas de bicicleta antigamente e colocássemos ele em cima de uma bicicleta atual ele não seria capaz de rodar em uma velocidade mais alta?
Abraços
Conrado
Conrado,
Claro que tem MUITA influência. Não esqueça também dos pneus mais finos e das estradas melhores. As primeiras etapas de montanha eram disputadas em estradas de terra.
E repare também no físico dos ciclistas e as mudanças que ocorreram nesses anos.
Eu acho que vale lembrar sempre essas coisas e reportar todas as evoluções pq tem muita gente que fica num saudosismo louco e acaba achando que essas velocidades são inumanas e colocam todos os créditos ao doping.
Eu vou tentar fazer um levantamento dessas informações e montar uma tabelinha parecida com a sua para complementar esses estudos.
Abraços
Conrado
Fico imaginando Eddy Merckx pedalando uma bike de hoje…..