A prata é minha e ninguém tasca

22/novembro/2009

Davide Rebellin, o matusalém do ciclismo italiano afirmou que não pretende devolver a medalha de prata conquistada injustamente nos JO de Pequim: mesmo com a prova e contra-prova ele insiste na sua inocência (e o p ior: disse que vai voltar).

O fato é: essa briga vai para os tribunais. Além da medalha o CONI quer a devolução do diploma e dos 75.000 euros que lhe deram de prêmio. Além disso vão processá-lo pelos danos causados ao ciclismo italiano.

Da minha parte não faz a menor diferença o fato dele devolver ou não a medalha. Sei que por direito não é dele. Se ele insistir tenho até uma sugestão do QUE ele poderia fazer com ela (mas tem crianças na sala, não vou escrever).


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