Original no Cyclingnews:
http://www.cyclingnews.com/news/frei-explains-the-motivation-behind-his-doping
Alguns pontos interessantes e reveladores nessa entrevista de Thomas Frei:
- Teria continuado a se dopar caso não tivesse sido pego; a tentação para ganhar mais dinheiro é muito grande;
- Na Astana não usou métodos ilegais, era um peixe pequeno comparado aos demais corredores;
E o mais importante:
- “Não sou uma vítima da equipe, foi minha decisão de começar com EPO”;
- “Nunca recebi pressão dos chefes de equipe para dopar-me”;
- “Nunca fui questionado pelos chefes como tornei-me tão rápido de repente”;
- “Dos chefes só ouvimos: não queremos doping, mas na verdade querem dizer outra coisa”;
Assim, pelo menos no meu ponto de vista, começamos a acabar com aquele mito de que TODOS os dopados são coitadinhos e que só o fazem por exigência dos patrões.
Outro ponto sendo esclarecido: de que todos os patrões jogam duro contra o doping e os ciclistas dopados: pelo que eu entendi: não se dope, mas se resolver e começar a andar bem, pra mim tudo bem, desde que ninguém fique sabendo.
Escrito por Zaka