03/Novembro/2009
Como anunciado na manhã deste domingo, o atual campeão do mundo correrá as próximas três temporadas pela equipe Continental Profissional norte-americana BMC.
O australiano fará companhia a Alessandro Ballan, Mauro Santambrogio, Karsten Kroon, Marcus Burghardt e George Hincapie, as contratações mais importantes da equipe.
Seguindo Jim Ochowicz, Evans trará uma bagagem e experiência muito grandes para a equipe no que refere-se a andar em grandes voltas. Com sua contratação ele também espera que haja um convite para que a equipe participe de alguma delas, já que não tentou uma licença ProTour.
Da parte de Evans, ele disse que espera na nova equipe ter toda a liberdade para agir numa prova e que, seu grande objetivo é ganhar uma grande volta, especialmente o Tour: “um corredor de grandes necessita de uma equipe que esteja atrás dele 100% desde o primeiro dia, e com capacidade física para fazer o trabalho necessário”.
Estou notando uma certa mágoa com a ex-equipe? Sempre imaginei que a carência da Lotto fosse estratégica, mas será que existiam inimigos na trincheira?
E, com a mudança de time, não tenho certeza de que poderemos assistir o portador da rainbow jersey disputando as etapas de montanhas do Tour (espero estar enganado).
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Escrito por Zaka
09/Outubro/2009
Em comparação com a bicicleta do Evans (role um pouquinho a tela, é o post logo abaixo), vamos fazer uma comparação com duas outras recentes:
Specialized do Bettini

Wilier do Ballan

Das três, descartaria a Canyon do Evans.
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Escrito por Zaka
09/Outubro/2009
Esperava mais. Pouca decoração no meu ponto de vista.
De qualquer modo, a pintura é muito mais bonita do que a anterior (mesmo com toda a boa vontade em ajudar os tibetanos). E uma constatação óbvia para mim: a do Ballan era muito mais linda (tanto no quadro, quanto na decoração).

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Escrito por Zaka
09/Outubro/2009
Na T-Mobile me senti marginalizado

A estréia da camisa nova
Ele considera que sem a luta contra o doping “não teria sido possível ser campeão do mundo” e que os dois anos que passou na equipe T-Mobile “foram os piores” da sua carreira.
Em entrevista concedida à Gazzetta, ele comentou a pressão na luta contra o doping durante essa temporada. “Espero que essa luta seja mantida, sem ela possivelmente eu não seria campeão do mundo”.
Sobre seus dois anos (2003-2004) na T-Mobile, qualificou como “desgraçados, entre acidentes e lesões”. “É certo que estava numa equipe um pouco particular, não estava a vontade, me senti marginalizado, com situações estranhas, ambíguas e pouco claras”.
O doping na Telekom e T-Mobile foi uma prática habitual segundo indicam alguns especialistas, de 1995 a 2006. “Sempre há quem não respeita as regras, mas o que os outros fazem não influenciam a minha vida. O que me interessa é andar direito”, disse Evans.
Nesse ponto eu discordo: influenciam sim, se o sujeito está andando dopado e ganhou dele, influenciou ou não?

Imagem rara: Evans no uniforme T-Mobile
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Escrito por Zaka
27/Setembro/2009
EVANS! EVANS! EVANS!
Cadel “na roda” Evans usou a mesma estratégia dos seus adversários e também favoritos Cunego, Valverde, Kolobnev e Cancellara: esconder-se no pelotão até a antepenúltima ou penúltima volta.
Depois de uma longa fuga, reações por parte do pelotão, tentativas de quebras o grupo tornou-se compacto a algumas dezenas de quilômetros do final.
Na subida ao Castel San Pietro ocorreu a primeira seleção, com os espanhois puxando a frente, seguido dos italianos. Sempe que um espanhol saia, um italiano reagia. O contrário nem sempre era verdade (como diria Raulzito: é muita estrela pra pouca constelação).
Lá pelo meio desse pequeno grupo selecionado (em torno de 20-25 corredores) estava Fabian Motollara que tentou alguns ataques. Muito marcado, não conseguia tirar seus perseguidores da roda e nenhum foi trouxa o suficiente pra colaborar com uma fuga com um corredor como ele.
Na abertura da última volta o grupo estava um pouco menor. Nesse ponto, o corredor da Transilvância, Alexander Vinokourov tentou uma fuga rapidamente anulada (minhas preces foram atendidas). Um pouco antes da subida final ao Novazzano, Cadel Evans atacou. Na subida conseguiu aumentar sua diferença para os perseguidores Kolobnev e Joaquin Rodriguez (mais preocupado em olhar para trás do que para a frente). Terminada a subida o trecho era de uma pequena e suave descida, restando em torno de 2Km para o final. Inútil perseguir alguém com 15 segundos de vantagem.
Um tímido Evans cruzou a linha de chegada mandando beijinhos para a torcida. Um sujeito ainda mais tímido e quase chorando recebeu a camisa arco-íris.

De um modo geral foi uma prova muito interessante de assistir.
1 Cadel Evans (Australia) 6:56:26
2 Alexandr Kolobnev (Russia) 0:00:27
3 Joaquin Rodriguez Oliver (Espanha)
4 Samuel Sanchez Gonzalez (Espanha) 0:00:30
5 Fabian Cancellara (Suíça)
8 Damiano Cunego (Itália)
9 Alejandro Valverde Belmonte (Espanha)
17 Andre Fernando S. Martins Cardoso (Portugal) 0:02:44
34 Sergio Miguel Moreira Paulinho (Portugal) 0:02:50
55 Murilo Antonio Fischer (Brasil) 0:05:20
69 Rui Alberto Rui Costa (Portugal) 0:08:22
DNF Tiago Fiorilli (Brasil)
DNF Magno Prado Nazaret (Brasil)
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Escrito por Zaka
21/Julho/2009
E do Twitter do Cicoala:
Obviously, I am not at my normal level, I have to see a Doctor now to see what the problem is. Of course I’m personally very disappointed; I -as usual- had very high expectations for this Tour de France, along with many other supporters, team mates, friends etc. I have not been able to deliver this year, now I have to go and find out why.
Médico? Pra quê médico? Você simplesmente não está no mesmo nível ou na mesma forma que os demais corredores e não tem equipe. É simples.
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Escrito por Zaka
14/Julho/2009
Descobri o motivo da pintura lindona da bicicleta do Cadel Evans.

Essa é a bandeira do Tibet. A pintura da bicicleta é uma referência a luta desse povo pela independência.
A intenção é boa, vamos admitir. O resultado é que não ficou como o esperado.

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Escrito por Zaka
23/Junho/2009
Entrevista publicada nos jornais espanhóis.
Evans: Contador não é imbatível
O ciclista australiano se mostra muito confiante em suas possibilidades em ganhar o seu primeiro Tour de France. Mas reconhece que “sobre o papel, a Astana é a equipe mais forte da história do Tour de France”.
O líder da Silence-Lotto mostrou-se muito ambicioso nas suas aspirações. “Sou um corredor muito agressivo. No ano passado tive que lutar com três corredores da CSC (Sastre e os irmãos Schleck). Meu trabalho é fazer tudo o que possa no Tour, não estou aqui para dar espetáculo. A Astana parece não querer dar nenhuma concessão e isso é bom para mim. Significa que eles mesmos pensam que Contador não é imbatível, e eu também penso assim”.
Agressivo? Só se for sobre uma moto ou no Pro Cycling Manager…
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Escrito por Zaka