Giro d’Italia – A mídia

24/Novembro/2009

Dica do dia: no Google imagens procurem por “Barbara Pedrotti”.

Afinal, quando começa o Giro mesmo?

ATUALIZAÇÃO: dica do Anderson: http://www.barbarapedrotti.it


Médias horárias Tour x Giro x Vuelta

13/Novembro/2009

O comparativo final.

media_tourxgiroxvuelta

grafico_media_tourxgiroxvuelta


Médias Horárias Tour x Giro

12/Novembro/2009

Agora é o momento de comparar as médias horárias das duas provas.

media_tourxgiro

grafico_media_tourxgiro


Giro d’Italia – Médias horárias e estatísticas

11/Novembro/2009

Continuando no estudo das médias horárias. Agora com a minha prova favorita. No Giro são 91 edições.

As médias de cada uma das edições, bem como a variação com relação ao ano anterior podem ser visualizadas abrindo o PDF abaixo.

Médias Horárias Giro d’Italia

Algumas considerações com relação aos anos que estão em vermelho:

  1. 1912 – Menor Distância: foram apenas 2.443Km divididos em 9 etapas.
  2. 1913 – Menor média horária: 21,690Km/h.
  3. 1919 – Maior aumento percentual (13,14%) da média horária: ao contrário da análise do Tour, após a 1a. Guerra na prova italiana tivemos um aumento da média. A explicação era a qualidade superior do seu vencedor que dominou a prova da primeira até a última (10a.) etapa.
  4. 1923 – Maior redução percentual (13,88%) e absoluta (3,59Km) da média horária: pela falta de dados históricos, imagino que a prova tenha sido difícil pois de 97 corredores que largaram, apenas 38 (39%) completaram o percurso.
  5. 1932 – Quebrada a barreira dos 30Km/h: dois anos antes do Tour, mas na mesma época.
  6. 1954 – A maior edição: foram 4.396Km divididos em 22 etapas, uma média de 199,8Km por dia.
  7. 1957 – Quebrada a barreira dos 35Km/h: vencida por Gastone Nencini, o leone del Mugello, muito forte nas montanhas.
  8. 1968 – Maior crescimento absoluto: na primeira vitória de Eddy Merckx ele mostrou sua força.
  9. 1984 – Quebrada a barreira dos 40Km/h: Francisco Moser foi o autor da façanha.
  10. Até a edição de 2009 foram percorridos aproximadamente 332.484Km. Isso equivale a 9 voltas no nosso planeta e, estaríamos quase chegando à Lua, que fica a 380.000Km da sua casa.
  11. Os vencedores pedalaram durante 6.606 horas. Algo em torno de 275 dias.
  12. A média de distância percorrida por edição é de 3.653Km mas as distâncias diminuiram após os anos 80 e 90. A última vez em que uma prova teve distância superior a 4.000Km foi em 1982, com 4.004Km.
  13. A média de distância percorrida nas últimas 20 edições foi de 3.612Km e das últimas 10 edições de 3.454Km.
  14. Somente em três edições tivemos média horária acima de 40Km/h: 1984 com Francesco Moser, 2001 com Gilberto Simoni e 2009 com Denis Menchov.

Médias horárias por década

grafico_media_giro


Washington, ponto de partida do Giro d’Italia

04/Novembro/2009

Considero o fato de que as grandes voltas comecem fora dos seus respectivos países como uma coisa boa. Londres, Amsterdã ou tantas outras.

Mas as vezes os organizadores viajam. Angelo Zomegnan disse que sempre considerou a hipótese de começar a prova fora da Europa. E, parece que agora encontrou outro demente. O prefeito de Washington, Adrian Fenty (triatleta amador) afirmou que estaria disposto a ajudar financeiramente nessa maluquice empreitada.

Além dos custos (avião para trezentas pessoas ou mais e o transporte de todo o equipamento) seria necessário um período de descanso após a viagem para a Itália (a diferença de fuso horário e as 8 horas de viagem). Eu penso que é inviável.

Nem vou falar no risco de colocar todos os ovos na mesma cesta.


A Lenda do diabo vermelho

01/Novembro/2009

Duas lendas, na verdade.

gerbiEle ia numa corrida, escapado, em solitário e acabou caindo. Ferido e sangrando, parou numa vila para tentar limpar-se e tratar os ferimentos. Quando lhe informaram que outro corredor havia ultrapassado, subiu na bicicleta, recuperou o atraso e acabou vencendo a prova, ferido e sujo de sangue. Depois disso ficou conhecido como o “Diabo Vermelho”.

Outra lenda: na edição do Giro de 1920 foi desclassificado na segunda etapa  mas não estava de acordo. Apresentou-se para a largada no dia seguinte.

Como os organizadores não queriam permitir sua partida, seus fãs ameaçaram quebrar tudo e todos. Assim ele partiu para a etapa (mas acabou abandonando a prova nesse mesmo dia).

Seu nome: Giovanni Gerbi.


Giro d’Italia 2008 – Vários suspeitos

30/Outubro/2009

A Gazzeta revela hoje que há vários suspeitos de batotagem no Giro 2008. Em maio a promotoria de Padua confiscou 83 amostras de urina feitas na prova após declarações de Emanuele Sella sobre o consumo de CERA.

As amostras foram reanalisadas no laboratório de Roma em busca dessa substância e os resultados de 6 ou 7 corredores apresentaram anomalias.

Assim o CONI pediu a UCI liberação para poder comparar as amostras com as do laboratório de Lausana. A entidade deu sinal verde e as análises começam nas próximas semanas e os resultados devem sair em dois meses.

Na versão impressa da Gazetta, fala-se em modificação na classificação geral da prova que terminou assim:

1. CONTADOR VELASCO Alberto 89h56′49″  
2. RICCO Riccardo 01′57″
3. BRUSEGHIN Marzio 02′54″
4. PELLIZOTTI Franco 02′56″
5. MENCHOV Denis 03′37″
6. SELLA Emanuele 04′31″
7. VAN DEN BROECK Jurgen 06′30″
8. DI LUCA Danilo 07′15″
9. POZZOVIVO Domenico 07′53″
10. SIMONI Gilberto 11′03″

Em vermelho os que já caíram.


Giro d’Italia 2010 – Objeto de desejo

29/Outubro/2009

Eis aqui o que todos desejam:

giro10


Giro d’Italia 2010 – Apresentação AO VIVO

24/Outubro/2009

Link 1

Link 2

Com sorte veremos essa ragazza.


Lenda de Éolo

08/Outubro/2009

eoloContam que nos Giro d’Italia dos anos 80, desenhados para vitórias de italianos (principalmente Moser e Saroni) os organizadores colocavam contrarrelógios enormes para que eles pudessem abrir diferenças importantes.

Não satisfeitos, mandavam os helicópteros da televisão voar o mais baixo possível para que Éolo, o deus do vento, desse uma mãozinha para seus corredores.