Paris-Roubaix 2009 – Vídeo oficial
15/Abril/2009Disponibilizaram no Videos de Ciclismo o link para o vídeo oficial da prova de domingo.
Já estou com 50%
Paris-Roubaix 2009 – Lavando a roupa suja
14/Abril/2009Pippo Pozatto
Tom estava muito forte e não havia o que eu pudesse fazer. Se eu tivesse pego a sua roda a hitória provavelmente seria outra, teríamos tido um grande duelo.
Os fãs belgas não foram muito amáveis lá fora. Cuspiram em mim. Em todo caso, não mudaria nada. Devemos considerar toda essa polícia e motos dos fotógrafos protegendo a Boonen. Quiçá eu tivesse tido um pouco mais de proteção, mas só tinha uma moto a meu lado.
Em alguns momentos é possível ver a moto da televisão bem próxima a Boonen (ou seria o contrário). De qualquer forma, o líder é o mais visado para as câmaras (mas uns bons 50 metros de distância mínima viriam bem a calhar).
Leif Hoste
Melhor que Flecha não chegue perto de mim. Estou furioso e fomos prejudicados.
Flecha arruinou minha corrida. Em primeiro lugar, quando ele não ajuda e age de maneira estúpida. Então, ele estava preparado para atacar e quando foi girar não foi capaz de controlar a bicicleta. Se alguém derrapa na sua frente não há muito o que fazer além de passar por cima dele.
Anotem esse novo verbo: FLECHAR, significa fazer alguma coisa muito estúpida e além de prejudicar a si mesmo, prejudicar mais uma meia dúzia de corredores.
Juan Antonio Flecha
Estava muito bem. Nunca tive melhores pernas na Roubaix. Tinha um bom palpite pois estava concentrado e nem pensava na minha condição física. Não estava pensando em nada, simplesmente em sair do Carrefour e depois tomar uma decisão.
Estas esquinas são muito ruins. Simplesmente derrapei. Posteriormente a bicicleta estava danificada. Não conseguia trocar de marcha.
Sim, percebemos que você não pensava em nada
Paris-Roubaix 2009 – Vídeos
14/Abril/2009Enquanto o filme não sai…
O Arenberg
A flechada e a queda de Hushovd
Melhores momentos
Quilômetros finais
Paris-Roubaix (e de volta)
13/Abril/2009Nada como um feriado no campo acompanhado de uma vacina contra a febre amarela! Não sei se a doença não é pior
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1 Tom Boonen (Bel) Quick Step 6.15.53 (42.343 km/h)
2 Filippo Pozzato (Ita) Team Katusha 0.47
3 Thor Hushovd (Nor) Cervelo Test Team 1.17
4 Leif Hoste (Bel) Silence-Lotto
5 Johan Van Summeren (Bel) Silence-Lotto 1.22
6 Juan Antonio Flecha (Spa) Rabobank 2.14
7 Heinrich Haussler (Ger) Cervelo Test Team 3.13
8 Sylvain Chavanel (Fra) Quick Step 3.15
9 Manuel Quinziato (Ita) Liquigas 5.00
10 Matti Breschel (Den) Team Saxo Bank 5.29
Murilo não terminou a prova….
Na minha opinião: Boonen atacou na hora certa. Alguns podem dizer que ele teve uma certa sorte, pois seus adversários sofreram várias quedas num dos pontos decisivos. Mais do que vencer, igualou-se no número de vitórias (nessa prova) a Eddy Merckx, Museuuw e Van Looy.
Mas como já dizia o profeta: andar de bicicleta nada mais é do que evitar cair.
Todas contra uma
11/Abril/2009O domínio da Quick-Step nas terras calçadas e onduladas próximas a fronteira franco-belga é óbvia. Depois desse domingo, os corredores de azul e branco entram no limbo por mais 10 meses.
Suas forças estão armazenadas para essa corrida. Boonen e Devolder são co-capitães e sujeitos como Weyland, Van Impe, Hulsmans e Tosatto, são leais e capazes. Sylvain Chavanel está estreando na rainha das clássicas, mas poderá ser de grande utilidade.
A tarefa das demais equipes será tentar controlar a corrida. Mas a pergunta que fica no ar é: a Paris-Roubaix pode ser controlada?
Em 2008 Boonen tinha um pequeno esquadrão ao seu redor. Quando as coisas apertaram, ele ainda tinha Devolder para fazer o seu jogo. Claro que ninguém pode auxiliar quando o trem passar, como em 2006.
O problema maior em tentar controlar essa corrida leva o nome de Arenberg. É um trecho muito difícil e muito estreito. O esforço máximo dos candidatos à vitória e de suas equipes será em tentar entrar na frente. A floresta é um ponto natural de quebra, é fisicamente impossível que o pelotão mantenha a sua forma. É tão estreito que deve ser percorrido em fila indiana ou no máximo com dois ciclistas lado-a-lado. Por isso, se você não estiver na frente quando terminar o calçamento e a velocidade aumentar, você estará em apuros.
Então, para todos, o desafio consiste em tomar a dianteira e passar rapidamente pelo Arenberg. As outras equipes precisam entender que esperar pelas ações da Quick-Step é a melhor maneira de perder. Além disso, precisam assumir a responsabilidade pelos movimentos e não ficar “na moita”. E isso é muito delicado, pois essa tarefa nos últimos anos esteve sempre sob o comando da CSC e convém lembrar que este ano estarão sem Stuart O’Grady e Cancellara ainda é uma incógnita.
A Cervelo Test Team poderia ser a melhor opção para atrapalhar a Quick-Step: Haussler, Hammond, Hunt e Hushovd. A dúvida é se conseguem aguentar.
Columbia: Burghardt, Eisel e Hincapie são suas maiores chances, mas o resto da equipe tem pouca experiência.
Rabobank: jogam suas fichas em Flecha e contam com o trabalho de Langevelt, Horrillo e Posthuma.
Katusha: Pozzato está muito forte e demonstrou isso. Quanto ao resto do time, lembro apenas de Ignatiev como um apoio importante.
Se eu pudesse dar alguma sugestão, diria: na dúvida, acelere.
Paris-Roubaix, prova para veteranos
11/Abril/2009Analisem os vencedores da prova a partir de 1990:
Eddy Planckaert em 1990 venceu com 32 anos.
Marc Mandiot em 1991 venceu com 32 anos.
Gilbert Duclos-Lassalle venceu em 1992 e 1993 com 38 e 39 anos!
Andrei Tchmill venceu em 1994 com 31 anos.
Franco Ballerini venceu em 1995 e 1998 com 30 e 33 anos.
Johaan Museuuw venceu em 1996, 2000 e 2002 com 31, 35 e 37 anos.
Andrea Tafi venceu em 1999 com 33 anos.
Servais Knavem venceu em 2001 com 30 anos.
Peter Van Petegem venceu em 2003 com 33 anos.
Stuart O’Grady venceu em 2007 com 34 anos.
107a. Paris-Roubaix
11/Abril/2009Ainda há alguma coisa a se falar?
Trechos de Pavés
Setor – distância – nome – extensão – dificuldade
27 – 98 – Troisvilles à Inchy – 2,2 ***
26 – 104,5 – Viesly à Quiévy – 1,8 ***
25 – 107 – Quiévy à Saint-Python – 3,7 ****
24 – 112 – Saint-Python – 1,5 **
23 – 119,5 – Vertain à Saint-Martin-sur-Écaillon – 2,3 ***
22 – 126,5 – Capelle-sur-Écaillon – Le-Buat – 1,7 ***
21 – 138,5 – Verchain-Maugré à Quérénaing – 1,6 ***
20 – 141,5 – Quérénaing à Maing – 2,5 ***
19 – 144,5 – Maing à Monchaux-sur-Écaillon – 1,6 **
18 – 156 – Haveluy à Wallers – 2,5 ****
17 – 164 – Trouée d’Arenberg – 2,4 *****
16 – 176,5 – Hornaing à Wandignies-Hamage – 3,7 ***
15 – 184 – Warlaing à Brillon – 2,4 ***
14 – 187,5 – Tilloy à Sars-et-Rosières – 2,4 ***
13 – 194 – Beuvry-la-forêt à Orchies – 1,4 ***
12 – 199 – Orchies – 1,7 ***
11 – 205 – Auchy-lez-Orchies à Bersée – 2,6 ***
10 – 210,5 – Mons-en-Pévèle – 3 *****
9 – 216,5 – Mérignies à Pont-à-Marcq – 0,7 **
8 – 219,5 – Pont-Thibaut à Ennevelin – 1,4 ***
7 – 225,5 – Templeuve – L’Épinette – 0,2 *
7 – 226 – Templeuve – Moulin-de-Vertain – 0,5 **
6 – 232,5 – Cysoing à Bourghelles – 1,3 ****
6 – 235 – Bourghelles à Wannehain – 1,1 ****
5 – 239,5 – Camphin-en-Pévèle – 1,8 ****
4 – 242 – Carrefour de l’Arbre – 2,1 *****
3 – 244,5 – Gruson – 1,1 **
2 – 251 – Willems à Hem – 1,4 *
1 – 257,5 – Roubaix – 0,3 *
Distancia total de pavé: 52,9Km
A novidade esse ano é a exclusão do trecho de Wallers (por motivos óbvios – foto abaixo) de 1600 metros e a inclusão de outros dois (Auchy-lez-Orchies à Bersée) mantendo mais ou menos a mesma quilometragem em calçamento.
Pessoalmente acho que esses corredores são uns maricones. Eu andei domingo num trecho bem pior do que esse. Além da distância ser muito maior (11Km), a bicicleta que eu estava não é de carbono com Dura-Ace, Super Record ou Red, não tem pneus tubulares especiais, não tem freios de ciclocross, não tenho quem lave ela no final, não tenho mecânico esperando e, ela é minha, não da equipe.
Isso é uma piada. Não me xinguem
.
Apostas
Boonen T. 3,25 (20,5%) oEurosport
Cancellara F. 6,00 (11,1%)
Flecha J.A. 10,00 (6,7%)
Devolder S. 11,00 (6,1%)
Haussler H. 11,00 (6,1%)
Ballan A. 13,00 (5,1%)
Hoste L. 13,00 (5,1%)
Hincapie G. 15,00 (4,4%)
Cavendish M. 17,00 (3,9%)
Quinziato M. 17,00 (3,9%)
Pozzato F. 20,00 (3,3%)
Hushovd T. 21,00 (3,2%)
Van Avermaet G. 21,00 (3,2%)
Nuyens N. 26,00 (2,6%)
Davis A. 34,00 (2,0%)
Elmiger M. 34,00 (2,0%)
Steegmans G. 41,00 (1,6%)
Weylandt W. 41,00 (1,6%)
Arvesen K.A. 51,00 (1,3%)
Fischer M. 51,00 (1,3%)
Ao vivo (achei os links antes da prova, espero que funcionem):
Cycling TV (pago)
TV2 (grátis)
Eurosport (possível restrição a Alemanha)
SBS (restrito a Austrália)
RAI Tre (a transmissão ocorre com 1 hora de atraso)
Versus (restrito aos EUA, video-tape)

Escrito por Zaka
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