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Após a confirmação, através da contraprova (ou prova B) de que Vino fez uma transfusão sangüínea, recebendo sangue de um doador compatível (e não de seu próprio sangue). Agora ele vai enfrentar dois anos de suspensão e, se havia assinado aquele documento da UCI, um ano sem receber um mísero euro (aliás, receber de quem, se foi despedido?).A defesa dele é aquela tradicional: algo deve estar errado, alguma coisa não deu certo, alguém está louco, querem me prejudicar.

Estou elaborando uma tese: a maioria dos ciclistas é mais ou menos como os nossos jogadores de futebol: são de origem humilde, sem instrução e na grande maioria, BURROS: além de fazer um negócio proibido, ainda fazem do jeito errado.

Raciocinem comigo: a transfusão sangüínea, recebendo sangue de outra pessoa é muito fácil de detectar (auto-transfusão é um pouco mais difícil, mas também é detectada), e ainda faz isso no Tour, onde os vencedores de cada etapa são obrigatoriamente testados. E pra piorar, ainda ganha a etapa.

Ele achou que, por ter aquela cara de mau os médicos teriam medo dele? Não… pra mim ele é burro mesmo.

A partir de hoje, depois que um ciclista que esteve mal num dia se recuperar no dia seguinte, pra mim está dopado. Afinal, foi assim em 2006 e em 2007.
E são burros também (que me desculpem os jumentos).