Laurent Fignon

12/janeiro/2010

Giro d’Italia 1992, Passo Giau.

Doente e totalmente pregado. Com certeza só pensava em chegar e ir dormir.

Aqui uma demonstração de sua fina educação.

Com certeza estava aborrecido com alguma coisa, mas nada justifica.

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Bate-papo com um legítimo camisa amarela

12/janeiro/2010

Eu estou longe de São Paulo, mas quem mora mais próximo não pode perder essa oportunidade.

Pensec usou a amarelinha no Tour de 1990, cedendo a vez para o diabo Chiapucci no CRI.

Inscrições gratuitas através do e-mail hpolizio @ fastrunner.com.br informando:

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Bicicletas 2010 – Parte 2

12/janeiro/2010

Bianchi da Ceramica Flaminia que será pilotada pelo Língua de Cobra.

A Bottecchia da Acqua e Sapone que quase foi pilotada pelo Murilo Fischer.

A Koga da fraca Skill-Shimano.

Look, 100% Made in France, da Cofidis (já foram mais bonitas ou é impressão minha?).

Sem rodas, mas com mais detalhes a Ridley da Katusha.

Surpresa! Uma outra versão da Specialized da Astana. E agora?

Quem arrisca o nome do fabricante das jóias da equipe marvada?

Giant, Rabobank (tenho minhas dúvidas se é exatamente essa).

Guerciotti, Androni Gicatoli…. PVC Serramenti…. Diquigiovani.

Fuji, da Footon Servetto.


Nos pés do Canibal

12/janeiro/2010

Adolf Dassler e Rudolf Dassler fundaram uma fábrica de calçados esportivos na década de 1930. Seu produto de maior destaque eram as chuteiras com travas para futebol. Aos poucos passaram a produzir calçados para outros esportes e, apesar de serem filiados ao partido nazista, forneceram sapatilhas para Jesse Owens durante os jogos olímpicos de Berlim.

Adolf era o técnico, o gênio. Rudolf o extroverdido vendedor. Muitos dramas familiares que culminaram com a separação dos dois, com as acusações de que Adolf foi o responsável pela prisão de Rudolf pelas forças aliadas após a guerra.

Duas empresas foram criadas em 1948: a ADIDAS (o nome vem de Adolf “Adi” + Das – de Dassler) e a Ruda, apelido de Rudolf. Esse nome não pegou e a empresa passou a chamar-se PUMA.

A rivalidade entre as duas empresas sempre foi muito grande, com espionagem industrial de ambas as partes e outras jogadas sujas tentando roubar atletas alheios. O ciclismo nunca foi um esporte de multidões como o futebol, então é compreensível que os olhares das grandes empresas tenha demorado tanto a perceber o nicho de mercado. Apesar disso, a Adidas apareceu nos melhores pés que o esporte já produziu até hoje: Eddy Merckx.

A empresa forneceu as sapatilhas para o Canibal de 1971 até sua aposentadoria em 1978. Basta olhar fotos de seus triunfos de 1974 ou a quebrado recorde da hora no México que veremos os calçados escuros com as três listras brancas.

Entretanto, os grandes jornalistas e escritores afirmam que Eddy nunca recebeu dinheiro para usar esse material (como comparativo, Kareem Abdul-Jabbar, jogador da NBA dos anos 70 foi o primeiro atleta a assinar um contrato com a empresa: 25.000 dólares anuais). Afirmam que o contrato de Merckx foi simplesmente de que ele e seus colegas receberiam um fornecimento ilimitado de calçados.

sapatilha