Ops, mais um troll

27/abril/2010

Agora é o “CICLISTA PROFI” de Cascavel.

Vejam só o tamanho da idiotice.

VC FICAM DISCUTINDO SOBRE DOPING E NEM SABEM COMO FUNCIONA,VCS SÃO APENAS AMADORES QUE NÃO SABEM NADA NA PRATICA COMO FUNCIONA, P MIM SÓ VALE DAR OPINIÃO
QUEM JÁ PASSOU POR ISSO BASTIDORES NÃO SABEM DE NADA
NUNCA VI UM  CICLISTA ENTENDIDO CRUCIFICAR OUTRO POR DOPING… SÓ VCS MESMO AMADORES…PEÇAM P UM CICLISTA DE VERDADE JÁ QUE VCS PODEM TOMAR ATÉ GAZOLINA DE AVIÃO Q NUNCA VÃO ANDAR NADA…

Ah vai pedalar! Me deixa em paz. Aqui só vai perder o teu tempo, o meu tempo e o tempo do pessoal que gosta do esporte.

E peço um favor aos leitores: não respondam ao idiota (inclusive os comentários estão bloqueados nesse post).  Afinal, a regra é:


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Mais um troll

27/abril/2010

Demorou. Fiquei 4 meses sem receber xingamentos.

Autor: Serpa Brasil (Ribeirão Preto não é?)

Conteúdo do comentário: Olha acho que dentro de pouco o imfeliz que divulga materias neste site nao vai ter mais niguem pra dar uma olhadinha se quer, pois o tal do zaca que pra mim e um paga pau de gringo nao passa de um gaucho otario que so sabe falar mal de todos os ciclistas……. Aprenda a valorizar os atletas do Brasil. ja que se fala tanto em ciclismo mas menos o ciclismo nacional…..

Em negrito a prova de que trolls são semi-analfabetos.

Resposta 1: Ciclismo nacional? Sim, aqui tem ciclismo, eu adoro o ciclismo nacional, só que, por causa de idiotas como você, eu não toco nesse assunto.

Pergunta 1: Quem é o tal do zaca? Eu sou o ZaKa

Pergunta 2: Repararam que é só tocar no assunto “doping” que sempre aparece alguém ofendido?

Resposta 2: Quer saber? Vai pedalar, faça-me um favor, não volte mais aqui e me deixe em paz. A mim você não faz falta.



Batoteiro do dia

27/abril/2010

Thomas Frei, suíço, corredor da BMC, EPOpositivo, réu confesso. Está suspenso pela sua equipe e aguarda o comunicado da punição pela UCI.


Contador é apresentado aos pavés

27/abril/2010

Alberto Contador foi hoje fazer o reconhecimento dos 7 trechos de pavé da 3a. etapa do próximo Tour de France (trechos da Paris-Roubaix), inclusive o temido Bosque de Aremberg.

Contador afirma (e eu concordo com ele) que os tais trechos não trarão muitas diferenças para a classificação geral. Salvo algum Cancellara ou Boonen, a maioria dos corredores vai andar [mode sarcarmo on] como maricas [mode sarcasmo off].

Penso, sim, que a organização quis dar um pouco de espetáculo (eu gosto disso), mas não me iludo e não acredito que o ritmo chegue a 70% de uma clássica e, a única possibilidade de alguma modificação importante na classificação seria uma queda ou quebra.


Tour de Romandie 2010

27/abril/2010

Vencedores

2009: Roman Kreuziger (CZE)
2008: Andreas Klöden (ALL)
2007: T. Dekker (HOL)
2006: C. Evans (AUS)
2005: S. Botero (COL)
2004: T. Hamilton (USA) 
2003: T. Hamilton (USA)  
2002: D. Frigo (ITA)  
2001 : D. Frigo (ITA)  
2000 : P. Savoldelli (ITA)

Destaques

1 Roman Kreuziger (Cze)    
2 Ivan Basso (Ita)
36 Philippe Gilbert (Bel)
51 Mark Cavendish (GBr)
55 Marco Pinotti (Ita)
83 Murilo Antonio Fischer (Bra)
94 Denis Menchov (Rus)
124 Tiago Machado (Por)    
125 Sergio Miguel Moreira Paulinho (Por)
173 Manuel Antonio Leal Cardoso (Por)
182 Joao Correia (Por)

Altimetria

 

Site oficial

http://www.tourderomandie.ch/main/index.lbl 

Ao vivo

Como diz o Sergio lá do Ciclismo2005, é uma prova marcada por sputniks:

  • Joseba Beloki ganhou seu único CR em 2000;
  • Dario Frigo ganhou em 2001 e 2002 e logo depois foi expulso do Giro pois sua equipe estava com a posse de substâncias estranhas;
  • Santiago Pérez, da suspeitíssima Kelme fez quarto em 2002;
  • Em 2003 Francisco Pérez ganhou duas etapas seguidas e depois deu positivo por EPO;
  • Tyler Hamilton ganhou em 2004 e logo depois saiu seu nome na Operación Puerto (correndo pela Phonak). O resto da história vocês conhecem;
  • Santiago Botero ganhou em 2005 sob a tutela de Eufemiano (correndo pela Phonak);
  • Em 2006 Chris Horner ganhou uma etapa, antes de descobrir que era asmático. Outra etapa para A.C e Piti;
  • Jaksche foi quarto em 2006 e logo depois confessou que corria dopado desde 1998;
  • 2008 ganhou Thomas Dekker e no final do ano deu positivo para Dynepo;
  • 2009, Ricardo Serrano ganha uma etapa e depois cai graças ao passaporte biológico.

A carta de Vinokourov

27/abril/2010

Primeiro leiam esse post e depois a carta (publicada no Marca, tradução livre) para que não digam que sou injusto e olho apenas um lado da moeda.

“Não posso fazer nada contra as dúvidas que pesam sobre mim desde que o sucedeu-se em 2007, mas nego todas as acusações contra mim apresentadas sem nenhuma prova. Desde meu regresso em agosto sempre fui honesto com a imprensa, respondi a todas as solicitações de entrevistas e não escondi nada.

Ironicamente, meu triunfo em Liège parece ter revivido velhas suspeitas que agora não sou responsável. A visão dos meios de comunicação contrasta com centenas de mensagens de felicitação provenientes de fãs que acompanham minha página e meu Facebook. Não entendo essa diferença.

Parece como que querem proibir-me de subir na bicicleta para deixar todos com consciência tranquila, mas, em qual esporte não existe o direito a poder ganhar? Adoro o ciclismo, ele me deu tudo e quero dar a ele coisas em troca.

Paguei com dois anos de suspensão por um passado obscuro da minha carreira. Repeti muitas vezes que não quero falar sobre esse assunto, apenas porquê acredito que não é bom para o esporte. Não acredito que o ciclismo tenha que recordar todas as histórias sujas, assim não se evolui. Minha postura é a mais correta e mais respeitosa possível, mas uma vez mais é mal interpretada. Desde que voltei, fui sujeito a mais de 30 controles anti-doping e em todos dei negativo.”


Alexander Vinokourov

27/abril/2010

O retorno de Vinokourov ao pelotão profissional foi recebido muito mal por muitos fãs e muito bem por outros tantos. É um daqueles sujeitos em que os fãs gostam ou não gostam, não existe meio termo (vide as vaias que ele recebeu na chegada da Liège-Bastogne-Liége – eu nunca tinha visto isso).

No início da sua carreira e até o momento que estourou o seu doping (transfusão) era admirado pelo seu estilo de correr e os “ataques a qualquer momento”.

Em 2007 após duas vitórias no Tour, mesmo em frangalhos, os testes revelaram que ele havia recebido uma troca de óleo sangue estranho. Imediatamente prometeu limpar seu nome, acabou por aposentar-se prematuramente, foi suspenso por apenas 1 ano pela federação de seu país e tentou um golpe voltando ao final desses 365 dias. Felizmente a UCI acordou e exigiu a suspensão regulamentar de 2 anos. Passado esse período, voltou ao seu “bebê”, a Liberty Seguros Astana.

Outros ciclistas pegos com a mão na massa, como Basso, Ullrich e Landis (não que eu simpatize com todos) voltaram (ou não) mas com outro estilo de pedalada.

Ivan Basso afirmou que “apenas teve a intenção de dopar-se” e colaborou, timidamente, com as autoridades. Na sua volta não mostrou o mesmo nível de antes, o que nos deixa duas possibilidades: dois anos fora fizeram muito mal a ele ou, infelizmente, seus resultados eram fruto de doping, e ele, “limpinho” é um corredor destacado, mas não o “Terribile” do Giro.

Floyd Landis tentou algumas desculpas esfarrapadas (cerveja, uísque…) e depois uma defesa agressiva com gastos exorbitantes. Perdeu em todas as instâncias e teve que resignar-se com corridas domésticas numa equipe de segunda categoria, a tal OUCH. Ameaçou ir para a Rock Racing, reduto de ex-dopados (ex?) e, atualmente, nenhuma equipe ProTour ou Continental Profissional pensa em contratá-lo se faz parte dos seus planos a participação no Tour de France. Acredito que nunca mais veremos as palavras ASO e Landis lado-a-lado.

Jan Ullrich sempre negou seu doping, aposentou-se e, mesmo assim, continua sendo acusado e perseguido. Já afirmou “quando Ullrich disse que vai parar, ele vai parar mesmo”.

E agora, há poucos meses do início do Tour, assistimos a espetáculos de Vinokourov e estamos nos arriscando a vê-lo, junto com Contador, no pódio da Champs Elisées. Sem um pedido de desculpas, sem a admissão de seu doping, sem nada. Apenas  o mesmo nível de forma que apresentava antes de ser flagrado no doping.