Revelações de Thomas Frei

03/maio/2010

Original no Cyclingnews:

http://www.cyclingnews.com/news/frei-explains-the-motivation-behind-his-doping

Alguns pontos interessantes e reveladores nessa entrevista de Thomas Frei:

– Teria continuado a se dopar caso não tivesse sido pego; a tentação para ganhar mais dinheiro é muito grande;
– Na Astana não usou métodos ilegais, era um peixe pequeno comparado aos demais corredores;

E o mais importante:

  • “Não sou uma vítima da equipe, foi minha decisão de começar com EPO”;
  • “Nunca recebi pressão dos chefes de equipe para dopar-me”;
  • “Nunca fui questionado pelos chefes como tornei-me tão rápido de repente”;
  • “Dos chefes só ouvimos: não queremos doping, mas na verdade querem dizer outra coisa”;

Assim, pelo menos no meu ponto de vista, começamos a acabar com aquele mito de que TODOS os dopados são coitadinhos e que só o fazem por exigência dos patrões.

Outro ponto sendo esclarecido: de que todos os patrões jogam duro contra o doping e os ciclistas dopados: pelo que eu entendi: não se dope, mas se resolver e começar a andar bem, pra mim tudo bem, desde que ninguém fique sabendo.

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Passaporte cassado

03/maio/2010

Saiu há pouco no Jornal Ciclismo:

O italiano Franco Pellizotti (Liquigas-Doimo) é um dos “cinco a oito nomes” que a União Ciclista Internacional (UCI) vai anunciar, entre hoje e amanhã, como violadores das regras antidopagem, detectados pelo passaporte biológico. A notícia é avançada pela Gazzetta dello Sport, que revela que os outros faltosos serão, pelo menos, mais um transalpino, dois espanhóis, um russo e um esloveno.

Leiam o resto aqui.

Façam suas apostas. Eu já fiz a minha relação.


Tour of Bretagne – Podium Girls

03/maio/2010


Giro d’Italia – Fotos históricas

03/maio/2010

1952 – Partida no Duomo di Milano

1953 – Fiorenzo Magni vence o último estágio no Vigorelli, em Milano

1954 – Gregários param para pegar água no estágio de Bolzano-Sankt

1955 – A escapada de Coppi e Magni no estágio de Trento-San Pellegrino Terme

1956 – Fiorenzo Magni em San Luca. Ele havia quebrado a clavícula e não conseguia se firmar com força no guidão, então usou essa fita presa nos dentes pra fazer a alavanca.