Giro d’Italia – Resultados Etapa 5

Segunda vitória da Quick-Step (quem diria! o puxão de orelhas valeu).

1 Jerome Pineau (Fra) Quick Step 3:45:59  
2 Julien Fouchard (Fra) Cofidis, le Credit en Ligne    
3 Yukiya Arashiro (Jpn) Bbox Bouygues Telecom    
4 Tyler Farrar (USA) Garmin – Transitions 0:00:04  
5 Gregory Henderson (NZl) Sky Professional Cycling Team    
6 Alessandro Petacchi (Ita) Lampre-Farnese Vini    
7 Graeme Brown (Aus) Rabobank    
8 Andre Greipel (Ger) Team HTC – Columbia    
9 Lucas Sebastian Haedo (Arg) Team Saxo Bank    
10 William Bonnet (Fra) Bbox Bouygues Telecom

Geral
1 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Doimo 14:30:03  
2 Ivan Basso (Ita) Liquigas-Doimo 0:00:13  
3 Valerio Agnoli (Ita) Liquigas-Doimo 0:00:20  
4 Matthew Goss (Aus) Team HTC – Columbia 0:00:26  
5 Andre Greipel (Ger) Team HTC – Columbia    
6 Alexandre Vinokourov (Kaz) Astana 0:00:33  
7 Vladimir Karpets (Rus) Team Katusha 0:00:39  
8 Richie Porte (Aus) Team Saxo Bank 0:00:45  
9 David Millar (GBr) Garmin – Transitions    
10 Paolo Tiralongo (Ita) Astana 0:00:59

E a surpresa:

Equipes
1 Bbox Bouygues Telecom 11:18:05  
2 Quick Step    
3 Cofidis, Le Credit en Ligne    
4 Rabobank 0:00:04  
5 Omega Pharma – Lotto

22 respostas para Giro d’Italia – Resultados Etapa 5

  1. Renato disse:

    Estranho é ver um japonês entre os primeiros colocados!

  2. Facchini disse:

    Coitado do Japa, sugaram ele na fuga, no final ele não tinha mais pernas.

    Ficou sem saida, ou segurava e esperava o pelote e perdia, ou acelerava e se cansava e perdia..

    Optou pela segunda.

  3. Gabriel Sousa disse:

    O Japonês tentou, não deu.
    Todos sabiam que o Pineau era o mais forte sprinter do grupo.

  4. Cebo disse:

    Que etapa. O japa merecia.

  5. Mk disse:

    O Julien Fouchard, da Cofidis foi o mais sugador!!! Fiquei torcendo pra ele dar uma afogada e ser engolido pelo pelote…
    O japa vinha de bico aberto já faltando 15k!!!
    Ah, só para lembrar…o Cavendish deve estar se divertindo com o Greipel perdendo as forças nos sprints…hoje novamente!!!

  6. Rogério Yokoyama-Palmas/TO disse:

    Parece que o tal veto à comunicação via rádio está fazendo alguma diferença.
    Sobre a surpresa referente ao fato de um asiático ter finalizado esta etapa entre os três primeiros, gostaria de saber do Zaka ou de alguém que o saiba, se há algum estudo científico sobre a influência da questão étnica no ciclismo.
    É realmente raro vermos atletas asiáticos e negros (ou afro-descendentes para ser politicamente correto ) ocupando posições de destaque neste esporte.

    • Zaka disse:

      Tempos atrás publiquei um post sobre ciclistas africanos: https://magliarosa.wordpress.com/2009/02/12/ciclistas-africanos-saira-de-la-um-novo-pantani/
      O que eu penso: são muito mais questões culturais (no caso dos orientais – gostam muito mais de provas de pista) e financeiras (no caso dos africanos).
      Não sei dizer se existem influências étnicas e/ou estudos a esse respeito no ciclismo. Mas basta observar qualquer prova de atletismo de meio fundo ou longa que lá estão os africanos. Se é uma questão étnica ou uma adaptação ao modo de vida de seus ancestrais fica difícil saber. Na teoria, eles seriam imbatíveis em grandes voltas e escaladas.
      De outra parte, vendo quem ganha provas de explosão tipo 100 e 200 metros, poderíamos concluir que Cavendish não teria a menor chance.

      Mas… são apenas especulações.

  7. Anderson disse:

    “Estranho” é ver quem nunca ganhou; ganhar.

  8. Facchini disse:

    Ciclismo de estrada é realmente dificil ver algum não americano’europeu ganhar algo, claro fora os australiano, mas os asiaticos não ganham nada, assim como os negros, talvez seja questão cultural mesmo, pouco disseminado por esses povos.

  9. Rogério Yokoyama-Palmas/TO disse:

    Valeu Zaka ! 😀

  10. claudio costa disse:

    Pessoal, em relação aos negros não figurarem no ciclismo sabemos muito bem qual é. Simplesmente a questão social, a maioria dos negros infelizmente, não só em nosso país, como em muitos outros,são sempre a camada mais pobre da sociedade, sabemos bem que o ciclismo não é um esporte barato, e que para iniciar é necessário ter um certo capital, e por isso fica dificíl para as camadas menos favorecidas. Dos asiáticos já não sei responder, pode ser uma questão cultural.

  11. Pedro (Barcellos Sports) disse:

    COÉ GREIPEL.. tá vacilando… hahahaha!!!

    Seria legal ver o Paul Tergat escalando o Mount Ventoux (correndo ou pedalando?)

  12. José Carlos SBC/SP disse:

    Hoje tivemos uma aula de como usar a experiência para tomar proveito de uma situação. Se não fosse o samurai Arashiro, a fuga teria sido neutralizada bem antes e o Pineau não teria ganhado. O francês só fez força no sprint final, esperto ele hem…..
    Mas para os patrocinadores, em relação a esta etapa,podem ter certeza que o samurai será mais notícia que o Pineau.

  13. José Carlos SBC/SP disse:

    Rogério, o radio está proibido no giro?
    Achei que era só em algumas provas a as tops ainda não.

  14. João disse:

    O Giro está demais !! Todo dia uma etapa emocionante! O Fischer tem ido bem nas etapas, não tenho conseguido assistir toda a prova mas parece que ele ta trabalhando bastante p/ o Farrar. Espero que ele vá p/ o Tour, vai estar 100% p/ vencer !

  15. renatoxtr disse:

    O Greipel tá mais para MICO-leão dourado do que pra gorila!!!kkkk

  16. rodrigo fieira disse:

    Não sei se o rádio está proibido (acho que está livre, não li nada a respeito de proibição em etapas do Giro), mas de qualquer forma não vi nada de anormal nesta etapa.
    As fugas sempre são uma icógnita quando não têm ciclistas que ameacem a geral, porque o trabalho sobra pra quem têm por objetivo vitórias de etapas. Mas nem sempre conseguem buscar, e, as vezes, preferem “dencansar”.
    Achei uma etapa normal.

  17. erico disse:

    Em relação a interessante pergunta do Rogério.

    Eu acho o seguinte, para os orientais, é mais uma questão de cultura mesmo. O foco deles lá está no Bruce Lee…🙂
    Já para os africanos.. é mais uma questão de falta de estrutura. Digo isso de forma mais profunda, falta de estrutura para praticar o esporte, não tem asfalto, minas espalhadas por todo canto, epidemia de aids, falta de comida.. Lá uma Caloi 10 deve ser um luxo muito grande…

    Outra coisa importante falar.. O ciclismo a nível profissional, diferentemente do triatlon, não é esporte de elite. Pelo contrário, a grande maioria dos profissionais são de origem humilde, tanto no Brasil quanto na Europa. Outro dia li que o Cavendish entrou no ciclismo pois não tinha outra opção na vida… Enfim, ciclismo é esporte de elite para nós, os fans.. que nos empolgamos mais com o baixo peso das nossas bikes do que com o nosso proprio desempenho.. Claro, toda regra tem exceção..

  18. erico disse:

    Eu li uma entrevista do pessoal da fuga, onde eles falaram que não estavam 100% na maior parte da fuga para não abrir uma vantagem muito grande e assim, chamar a atençao do pelotão.. Outra coisa interessante para os que pensam que eles ganharam na sorte.. nos últimos 15 km os 3 fugados estavam perto dos 60 km/h todo o tempo..

  19. Antonio Carlos Alves disse:

    Evidentemente que é uma questão social e também de tradição, não de etenia.

    A bicicleta surgiu na Europa como um modismo, era chique até para as senhoras da sociedade da época, desfilar de bicicleta. Depois ela se tornou um veiculo utilitário como meio de transporte econômico usado por trabalhadores. Daí surgiram as competições e um geito de se ganhar uma graninha extra.
    Um exemplo disso foi Mauricio Garin o primeiro vencedor do Tour de France que era limpador de chaminés e usava a bicicleta para se deslocar de uma região para outra cumprindo vários quilometros por dia.

    Negros, brancos, asiáticos, não importa a raça mas sim o biotipo, por essa razão é que temos escaladores, passistas e velocistas.

    Um exemplo são os Colombianos tipo amero-indio, caso do Emilio Rodrigues “Cochise”, Luiz Herrera, Alvaro Mejia, etc. todos bons escaladores.

    Os japoneses tiveram campeões mundiais de velocidade porque a prática de competição em pista nesta modalidade era muito usada (ainda é) no Japão no sistema de apostas (tipo corrida de cavalos).
    Tanto que foi lá que surgiu a modalidade Kerin.

    Em Trinidade Tobago teve um negro que foi um dos melhores pistards do mundo.

    Africanos são uns dos melhores corredores a pé, por ser um esporte barato e que pode render fama e dinheiro principalmente os maratonistas e por isso é um esporte muito praticado por eles.

    Não que o africano seja melhor ou pior corredor que qualquer outra raça.

    A verdade é uma só. Quem não treina não anda. Claro que uns têm mais talento que outros. Um Campeão se faz. Um fora de série nasce feito. Mas se não treinar não será nunca um campeão.

  20. Augusto disse:

    Amigos…

    Vocês leram mesmo o que escreveram sobre não haverem atletas negros de alto rendimento no ciclismo?

    Por favor, releiam. Repensem.

    Vejam como os comentários estão REPLETOS de preconceitos.

    Não entendam preconceito como discriminação ou segregação, que são coisas distintas, ainda que os dois últimos nasçam do primeiro.

    Formamos um conceito acerca de um assunto (geralmente apartir do conceito emitido por outros) e sem a menor reflexão, saímos por aí repetindo a mesma ladainha.

    Mais fácil seria dizermos: NÃO SEI!

    O que foi colocado como motivo, não encontra a menor sustentação ou argumentação coerente.

    Para prolongar a reflexão. De quando data as primeiras corridas de bicicleta na Europa?

    Se pedalar fosse apenas potência e VO2, é claro que os quenianos e os etíopes deixariam a turma babando…

    E os caribenhos ririam dos velocistas de hoje.

    Pedalar exige uma cultura da mobilidade através da bicicleta. Desta para a competição desportiva e desta para os resultados.

    O treinamento específico na bike é extremamente preponderante.

    Por favor, não vamos fazer disso mais um local de disseminação de preconceitos.

    Isto demonstra que dentro de nós, esta questão foi pouco debatida e por mais que nós pensemos não usar estes conceitos, ao primeiro sinal de possibilidade eles vem a tona de novo.

    O mais legal é a gente ver escrito assim: É cultural, afinal as camadas menos favorecidas não podem ter acesso a bikes novas….

    Desde quando não existem negros ricos nos países africanos? Desde quando não existem atletas negros bem sucedidos em países fora da África?

    Com calma pessoal…vamos pensar antes de escrever. Quanto mais desconhecido um assunto, mais eu escuto (e leio) antes de opinar. O que dirá afirmar….

    Desculpem o tom…

    Forte abraço e bons treinos!

    • Zaka disse:

      Na boa Augusto. Não li em nenhum dos comentários algum tipo de preconceito, todos falaram das péssimas condições de grande parte das estradas africanas e da miséria que se espalha pelo continente africano, ninguém falou que A ou B são melhores, piores ou coisa parecida. Eu seria o primeiro a moderar o comentário.

      Pra evitar a discussão nesse assunto e sairmos do assunto ciclismo e daqui a pouco virar bagunça e começarem discussões infrutíferas ou coisa pior, os comentários estão bloqueados a partir do meu.