Os watts de Basso

Basso terminou a escalada ao Zoncolan nesse domingo 1:19 à frente de Cadel Evans.

Baseado nos seus números, Aldo Sassi, um especialista em análises esportivas disse à Gazzetta que Basso jogou nas suas pernas uma potências de 395W ou 5,68W/Kg. Já o especialista francês Frédéric Portoleau sugere que Basso despejou 410W.

Isso é nada menos do que 50W a menos do que ele tinha em 2006 na escalada ao Monte Badone, quando sua performance foi chamada de “extraterrestre” pelo gregário múmia chorão Simoni (nada mal Fuentes…).

Portoleau já analisou no passado a performance de Alberto Contador e sua potência durante o Tour de 2009. Baseado nas diferenças, ele afirma que o espanhol chegaria 3 (TRÊS!) minutos na frente de Basso no Zoncolan.

58 respostas para Os watts de Basso

  1. Facchini disse:

    E na chrono escalada? Lá seria mais facil um calculo..

    Qual potencia do Contador, e do Cancellara?

  2. Daniel Vidigal disse:

    Boa pergunta do Facchini!

    Mas o Contador é um fenomeno hein… kkkkk Quero ver quem vai acompanhar ele neste Tour!!

  3. vander disse:

    Tá vendo..
    até os numeros me fazem torcer para Contador..

  4. rodrigo fieira disse:

    Pois bem, o que me pergunto é: em quanto tempo subiria àquele Basso, recentemente abduzido pela nave do Dr. Fuentes?! Seria próximo ao Alberto?!

    E isso tudo sem testar positivo!!

    É por estas e outras que penso que se deve deixar o que passou no passado. Não seria justo pegar alguém pra Cristo e, se bobear, deixar cair títulos no colo de ciclistas não menos limpos, porém pouco, ou nunca, perseguidos.
    Ganhou e não foi pego, esqueça, a maglia é sua.
    Essa não é uma postura de conformismo, como pode sugerir, mas de justiça.

  5. David_biker disse:

    Se não me engano, o Kiko Sastre nos treinos exibidos no filme “Overcoming” chegava a 400W.
    Essas potências seriam médias?
    Dizem que o Cancellara descarregou 1.400W numa prova esse ano, nesse caso seria máxima? Creio que foi a máxima.
    Qual seria a pot. média do Cancellara?

  6. Vini disse:

    Pessoal,

    Nao é tão difícil gerar 400W, qualquer um que pedala passa disso, aliás acho que todo mundo que treina um pouco passa dos 1200-1300W.

    O difícil é sustentar potências altas por bastante tempo e é nesse quesito que os escaladores e Contra-relogistas são bons.

    No CRI o que importa é a potência bruta e a aerodinâmica, caras como o cancellara geram perto dos 500W por 1h, talvez um pouquinho mesmo. O pica-pau que vos escreve consegue gerar em torno de 300W por uma hora.

    Tá e porque o cancellara não ganha dum basso da vida subindo montanha? Porque a relação peso potência dele é pior e é basicamente isso que importa pra subir uma montanha, ainda mais com gradientes acima de 10%. É só dividir a potência média pelo peso da bike mais biker que não tem erro. Se não der 5 alto pra cima não acompanha esses caras.

    Dizem que a relação peso potência do armstrong é proximo de 7W/kg, por isso que ele consegue escalar bem, mesmo sendo um pouco mais pesado que um escalador nato, e consegue fazer CRI muito fortes, porque a potência bruta dele é alta também. (perto dos 500W).

    Eu não sei o peso certo do Garzelli, mas ele colocou por volta de 500W de média ali.

    Acho quer era isso.

    Abraçø
    Vini

  7. Rogério Yokoyama-Palmas/TO disse:

    Com mais watts ou menos watts, não importa. A cara do Basso denuncia : Perna Inchada !

  8. Vini disse:

    Refiz as contas do Garzelli, acho que foi mais pra 420-450W. O fogo é que aquela montanha as rodas patinam um pouco, ai perde eficiencia e fica mais dificil de calcular.

  9. FAB1000 disse:

    O espanhol teria ficado 3 minutos a frente do Basso sendo cuidado pelos médicos do Bruyneel ou por um mais comum?😉

  10. vander disse:

    a tarde quando eu for pedalar ali na serra vou levar 2 lâmpadas que tenho no quarto de 200 w cada uma..
    totalizando 400w.. subindo a serra de aparecida que tem 5 km, e uns 12% de inclinação, dividindo os 400 Watts das lâmpadas philips pelo meu peso ( 75 kg) somado com o peso da bike (9 kg)
    400 / 84 = 4,76..
    quase 5..
    vou carregar mais uma lâmpada incandecente mesmo..
    de 100w pra ver..
    dai fica 500w / 84 = 5,95..
    e eu vou dar uma peia no basso, largar o armstrong de roda.. e sair à caça do Contador…

    Não tem pra onde..
    Contador é o cara.

  11. Vini disse:

    Me arruma uma lampadas dessas que geram energia Vander…

  12. leonn disse:

    Sempre me interessei pelo tema ciclismo potência, mas nunca achei nada mais elaborado ou didático.

    Já que tem uma turma que entende do assunto, há como passar uns links sobre esses assuntos em portugues ou ingles?

  13. Rogério Yokoyama-Palmas/TO disse:

    Ou seja Vini :
    Se o cara for alto e gordinho, ainda pode se safar no CR (e ainda costuma descer bem, ajudado pela Física).
    Mas se o cara for baixinho e gordinho……Esquece. Sobe mal, sofre no plano e desce mal também. 😀

  14. Ah, esses “diabinhos” que ficam nos nossos ombros, teimando em nos fazer duvidar do Contador…

  15. Pedro (Barcellos Sports) disse:

    Gallazzi, sinceramente NÃO PRECISA de diabinho nenhum….rsrsrsrs…

    A Suma é… TODOS SÃO !!!!!

    uma pena…!!

  16. Gabriel Sousa disse:

    Duvido desses estudos… duvido mesmo que o Contador mete-se 3m nesse contra relógio. Apesar da superioridade dele.

  17. Luis Souto disse:

    Iria ser mais uma sarrafada do espanhol!!!!
    Valeu,um grande abraço a todos!

  18. KADU-Mobile disse:

    Será mesmo que o Contador metia 3min no Basso??

  19. Bruno F Tiggemann disse:

    E aí Leonn! Legal o teu interesse no assunto. Tem vários endereços na WWW sobre o assunto, mas um dos mais didáticos é esse aí…

    http://www.saris.com/t-sciencePower.aspx?skinid=2

  20. Bruno F Tiggemann disse:

    E aí Leonn! Legal o teu interesse no assunto. Tem vários endereços na WWW sobre o assunto, mas um dos mais didáticos é esse aí…

    http://www.saris.com/t-powerBasics.aspx

  21. Antonio Carlos Alves disse:

    O Contador tem condições de colocar três minutos no vecchio Basso e 10 minutos no old Aborrestrong.

  22. Augusto disse:

    Vini?? Vinícius do crônicasdebicicleta?

    Seguinte…muito didática a sua explicação.

    Creio que faltou apenas um detalhe pra deixar esta questão clara.

    Capacidade de recuperação. Ao gerar esta potência num CRI não há necessidade de recuperar pois o mais eficiente é aquele que se mantém o mais próximo possível da sua potência média.

    Já nas escaladas e nos ataques (ou em ambos), após despejar potência em determinado trecho, há uma pausa. Entre dois com potência parecida, quem consegue se recuperar melhor tem vantagem E isso não tem relação direta com a capacidade de gerar potência.

    Ainda seria importante falar da economia de movimento ou da eficiência mecânica, onde o de técnica mais refinada desperdiça menos energia. Isso tem relação direta com a capacidade de manter a potência perto do ideal por mais tempo.

  23. leonn disse:

    Tiggemann,

    obrigadão. Vou dar um vasculhada atenta no site indicado.

  24. leonn disse:

    Valeu, Vini!

  25. vander disse:

    Muito bem colocado Augusto..
    Por isso há aqueles que desenvolvem a técnica de pedalar sentado(Contador), usando o proprio peso como ferramenta geradora de potencia.. e descansam ( não sei como, por que eu já tentei )
    Tenho um colega que pedala vários km em pé.. mas a relaçao peso potencia dele deve ser alta.. ele é magrelo e tem uma força brutal…
    é muito relativo, realmente, o descanso é o segredo..
    kem souber usar força dosando (parece paradoxal, mas não é), sobe melhor..

  26. vander disse:

    quando eu disse sentado, estava kerendo dizer de pé nas subidas
    Contador..
    quem pedala sentado nas subidas é o Armstrong

  27. FAB1000 disse:

    Não Augusto.
    Esse Vini é o Marcus Vinícius (vinigrando) do Pedal.com.br.

  28. Augusto disse:

    Valeu Fab 1000

    Vander…é simples, mas é complicado….

    Existe um treino, de pedalar com um pé só que faz a gente sentir o que está havendo…

    Pensa assim: Pedalar é um exercício cíclico, ok? Acontece que “por construção” (ou seja, ou muda o que conhecemos por bicicleta ou então vai ser assim) quando um pedal (perna, pé….)sobe, o outro desce. Quando um chuta, o outro recolhe, Quando um empurra o outro puxa…

    O ciclista técnico é capaz de sincronizar isso muito bem e elimina entre outras coisas: os pontos mortos entre as fases da pedalada, a tendência de um movimento de se contrapor ao outro (causado pela necessidade de equilíbrio).

    Além disso se posiciona sobre a bike de forma que os vetores da força aplicada nos pedais estejam no mesmo sentido da transmissão da bike (sim…bike tem transmissão – pedal, pedivela, corrente, catraca, cubo, raio, aro e pneu) – vulgarmente falando – pernas paralelas ao quadro.

    Assim, você tem 95% de eficiência mecânica por exemplo.

    Digamos que 2 atletas meçam a potência que produzem num CR. Um produz 400 W em 1 hora e o outro 380. O primeiro tem 78% de eficiência e o segundo 91%. Quanto mais o tempo passar, mais o primeiro vai sobrar em relação ao primeiro.

    Ao pedalar em pé, a tendência do atleta despejar potência sem controle, aumentando exageradamente a velocidade e perdendo eficiência é cada vez maior.

    Daí, atletas como Lance “reinventaram” a pedalada. Entre aspas, porque não tinha nada de novo, eles apenas colocaram relações mais leves, o que exigia menos esforço em cada ciclo e permitia que eles fossem mais eficientes por mais tempo. Não só mecanicamente (gesto de pedalar) como cardiovascularmente.

    Contador, ao invés de esmagar os pedais, como tem um preparo muito acima da média, mantém a cadência mesmo pedalando em pé. Assim usa o peso para manter a eficiência sem com isso fazer mais força e sem sair de uma técnica considerada excelente.

    Daí quando todos estão exaustos, dá a famosa taquarada. E aí….são 2 minutos em 2 km…

    Cancelara fez isso sentado esse ano.

    Na verdade, isso sempre se fez, mas nunca se mediu….

    Repare que os ciclistas elegantes emcima da bike sempre foram grandes vencedores de grandes voltas!!

    É que as vezes aparece uns brutos que jogam tudo isso no lixo, vão lá e vencem…

    Pura mecânica aplicada ao ciclismo….risos….

  29. vander disse:

    valeu pela aula

  30. leonn disse:

    Augusto,

    há alguma coisa errada nessa frase sua:

    “Quanto mais o tempo passar, mais o primeiro vai sobrar em relação ao primeiro.”

  31. vander disse:

    Augusto..
    penso que a técnica do contador, assim como a de outros de pedalar em pé por muito tempo, como o Evans tb, esteja relacionada com a impulsao de cada um , vc nao acha?
    como se o cara ficasse saltitando (modo de dizer, é claro) sobre os pedais..

  32. leonn disse:

    Poxa, melhor post “levado pelos leitores” que vejo no maglia desde que o descobri! Muito conhecimento rolando.

    Augusto,

    por bruto, você considera o Miguelon Indurain?

  33. vander disse:

    ué leonn..
    acho que está certo..
    como o primeiro tem uma eficiencia menos, apesar da potencia maior, a longo prazo irá se prejudicar..
    ao contrario do segundo que a potencia relativa é menor, mas a eficiencia maior, o q ajuda em longas distancias.. ou longo tempo pedalado

  34. vander disse:

    se eu entendi o sobrar foi no sentido de ficar para trás..

  35. vander disse:

    ele só repetiu primeiro.. mas o sentido é que o primeiro perde para o segundo, Leonn

  36. Facchini disse:

    Basso tem uma pedalada mais fina que a do Contador aos meus olhos.

    E muito mais fina do que a do Cadel Evans, que parece fazer muita força..

  37. leonn disse:

    Vander,

    eu tinha entendido todos os termos da frase, mas primeiro melhor que primeiro, não faz sentido. Valeu!

    Imaginei que o mais eficiente sobressairia sobre o mais potente (2º melhor que 1º)–o que é intuitivo para mim–, mas na frase cabe o contrário, que apesar da eficiencia, o 1º é melhor que o 2º.

  38. vander disse:

    ah tá..
    resumindo..
    tudo entendido..
    rs

  39. Vini disse:

    É isso ai, como o Fabricio falou sou outro Vini.

    E sobre a questão dos watts, nesse caso não importa a eficiência, porque os watts que estamos inferindo são de potência útil, ou seja, aquela usada de fato para mover a bicicleta.

    Obviamente o ciclista mais eficiente se sobresai porque se desgasta menos ao longo de um GT.

    Mas 400W são 400W e isso que é legal em medir os treinos com potência, ela não sofre interferência de um café, de uma noite mal dormida, etc.

    Outra coisa que prejudica pedalar em pé é que a frequência cardiaca sobe, e geralmente acabamos sendo menos eficientes pedalando em pé. Embora seja muito importante pedalar em pé em alguns momentos para mudar um pouco a musculatura que está sendo utilizada, geralmente pedalar sentado é o mais eficiente. Em pé temos a tendência a queimar as pernas rapidinho.

    Quanto ao Contador, acho que ele até poderia tirar 3 minutos do Basso, mas não dá pra esquecer que o Basso não subiu todo o Zoncolan no máximo que podia, esperou a hora de atacar. Ou seja, os 400W dele na verdade foram 20 minutos a 300W e outros 20 minutos a 500W.

    O mais chato dessas coisas de potência é que não temos acesso de maneira alguma a dados reais de atletas de ponta, alguns até disponibilizam (Jens Voigt e CIA) mas nunca de quando vão bem numa prova.

    Abraço
    Vini

  40. vander disse:

    Vini..
    acho que disponibilizaram o de alguns atletas da Garmin no Team Time Trial do Giro.
    Vou ver se acho o link e posto aqui.

  41. vander disse:

    Ae Vini..
    http://connect.garmin.com/player/33182131

    achei aqui…
    um blog muito interessante da galera da ciclo race de Brasilia, que atualiza constantemente também..
    vale a pena a visita..

    http://pedaldigital.blogspot.com/search?updated-max=2010-05-16T22%3A50%3A00-03%3A00&max-results=12

  42. vander disse:

    potencia média = 437 W
    cadencia média = 101 rpm…

  43. vander disse:

    Lá tem também os dados do garmin do Farrar, da 5 etapa, onde ele foi 4o e a potencia maxima chegou a 1220w, e na etapa 10 ,onde ele venceu no sprint, e a potencia máxima chegou a 823 w média de 231 w (ele vem descansando mesmo..rs)

  44. Augusto disse:

    Sorry galera, realmente a frase era pra sair:

    “…mais o primeiro vai sobrar em relação so segundo…”

    Sim…Indurain, Ullrich, Evans, Vino….

    Galera casca grossa….

    Na verdade tem outros….mas eu não lembro os nomes…

    Os mais ogros, ou ogros puros….

  45. Vini disse:

    Pra ti ver, dúvido que o Farrar num sprint pra ganhar coloque só 800W, impossível. Eu vou ali na rua e coloco quase o dobro disso até a esquina, falo em máxima né, não aguento mais que 2 segundos.

    Sprinters bons mantem 1100-1200W por uns 10s no mínimo.

    Começa dá uns picos de 1700-1800 e vai caindo até lá pelos 1000 no final de uns 12s.

  46. Augusto disse:

    Bom Vini, isso vai depender de como se “infere” a potência útil…

    Segundo a maneira como inferiram a do Contador ano passado no Tour (não me recordo a etapa), aliás altamente discutida, não creio ser possível se falar em potência útil. Na verdade a eficiência, na minha opinião, sempre vai contar.

    Por mais que seja a potência medida “na ponta da roda”, o trabalho realizado (e a força despendida – e a energia gasta para gerar essa força) sempre vai ser relativa se comparada com a eficiência.

    Mas aí a grandeza a ser comparada não será mais potência e sim durabilidade, ou resiliência….

    Ihhhhhhhhhh, tá me faltando argumentos…..vou estudar…..risos…..

  47. Vini disse:

    O que inferiram do Contador ano passado no Tour que foi muito discutido foi o Vo2Max dele, onde precisa calcular a potência útil dele e depois usar um coeficiente de “eficiência” pra saber quanto realmente ele usou do “sistema” dele.

    Exemplo tosco,
    A gera 500W com VO2 de 100;
    B gera 500W com VO2 de 80;

    B é mais eficiente, mas ambos vão ter a potência igual, porque ela é absoluta, é o trabalho realizado, não a energia gasta.

  48. vander disse:

    bom , o link está aguardando moderaçao,..
    entao vou tentar colocar assim..
    connect.
    garmin.
    com/
    player/
    33182131

  49. vander disse:

    é só juntar tudo..
    e dar uma olhada no tanto de informaçoes que eles disponibilizaram..

  50. Vini disse:

    Viu como eles cortaram o gráfico do farrar no fim da etapa?

  51. vander disse:

    Nao, Vini..
    nao cortam nao..
    repare bem..
    na etapa 5, ele fez a prova em 3:46.. onde tem a velocidade maxima lá, no grafico.. o resto é depois da prova…
    na etapa 10.. está dando uma diferença de quase 2 horas, pra mais, por que a prova terminou com 5:49:14 pro T. Farrar.. e no grafico tem 7 horas..
    no canto esquerdo, mostra a máxima de 74.4mph = 119,14 k/h, mas no grafico mostra *apenas* 65 mph q dá 104 k/h.
    wtf

  52. Vini disse:

    Esses dados ai da garmin connect estão totalmente estranhos. Tem muito pedaço com Wattage zero, eles foram um pouco mexidos com certeza, tem uns pedaços ali que tem até subida que ele fica com zero de potência (por 30km – impossível!).

  53. Vini disse:

    O gráfico da potência vai até o km 223 e a etapa tinha 230km. Tenho certeza que foi manipulado.

  54. vander disse:

    huumm…

  55. Arthur Rogelius disse:

    REferente aos sumiços de dados em alguns trexos gente, podemos ser meos “Teoria da Conspiração” e levarmos em conta a possiblidade de o aparelho não ter recolhido os dados, lembremos que o sistema é wireless, e quem ja usou, sabe que as vezes da interferencia ou o sistema não recolhe os dados por um tempo e depois volta.
    Isso acontece comigo muitas vezes…

  56. vander disse:

    tomara que seja isso então, Arthur.

  57. viley disse:

    falando em potência, etc e tals…

    alguém viu isso??

    acho que seria interessante um tópico sobre o assunto, zaka ^^

    abraços