Rasmussen, outra vez

29/abril/2010

Outra entrevista, outra choradeira, outra vez a mesma história.

Rasmussen conta que gostaria de voltar ao Tour, que acredita que ainda teria uns 3 anos em alto nível, que estão todos contra ele, etc, etc.

Não sou psicólogo mas parece-me que ele tem alguns problemas sérios. Não é a primeira vez que admite que saia para treinar e precisava de resgate da esposa, que chorava e simplesmente perdia toda a vontade de pedalar. Perfil suicida?

Pela milésima vez fala que os grandes organizadores devem fazer algum tipo de pressão nas grandes equipes, impedindo sua contratação (isso sabemos que existe: com o corredor “X” na sua equipe, esqueça o convite). Eu concordo com ele: não consigo ver outra explicação para que SÓ ele de todos os suspensos não tenha conseguido voltar a uma grande equipe.

Agora, a questão é: por quê?

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Rasmussen em negociações, de novo

29/março/2010

O Frango em negociações com uma equipe ProTour?

Sim.

O anúncio em 48 horas?

Sim.

Pelo menos é o que aparece no Cyclingnews.

Melhor esperar. Esse sujeito é meio complicado nas suas relações trabalhistas.


Michael Rasmussen

30/dezembro/2009

Piadinha antiga, mas só pra alegrar o dia.

Admirável essa capacidade do ser humano de de fazer humor com coisas sérias.


O novo time novo de Rasmussen

09/novembro/2009

O dinarquês que bebe Tuborg (creio eu) anunciou hoje que, o contrato-pré-contrato que tinha com a poderosa CDC-Cavaliere, foi dissolvido hoje em reunião com os advogados de ambas as partes e que nós nunca mais vamos ouvir falar nesse nome.

Recordando: a equipe dizia que ele tinha assinado o contrato, ele dizia que era um pré-contrato. Mas enfim, funcionário insatisfeito é sinônimo de prejuízo e os dirigentes devem ter percebido isso e acabaram liberaram o Frango para procurar outros galinheiros.

Assim, Rasmussen está livre para anunciar o seu novo time novo, coisa que deve acontecer em breve e no tempo oportuno, segundo ele.

Vamos aguardar.


A novela Rasmussen

04/novembro/2009

E a saga continua.

Enquanto a equipe através de seu porta-voz e de seu advogado afirmam que o corredor assinou um contrato com a equipe, formal, dentro dos padrões da UCI e com testemunhas, o corredor afirma que assinou apenas um pré-contrato.

O advogado de Rasmussen acredita que seu cliente está confundindo as coisas, achando que tinha assinado o tal pré-contrato, não o definitivo.

Aguardem o desfecho nos próximos capítulos.


A equipe de Rasmussen

31/outubro/2009

Ontem a imprensa italiana noticiou que Michael Rasmussen correria o próximo ano pela poderosa CDC-Cavaliere, uma equipe Continental Profissional italiana que acabou na 10a. posição do ranking italiano. Pouco provável que recebam um convite para o Giro.

Hoje, Rasmussen desmentiu a notícia: essa não é a sua equipe e não sabe por quê a notícia foi vinculada na impresa e espera que isso não atrapalhe suas negociações.

Posso estar enganado, mas creio que ele não tem nada certo.


Declarações de Rasmussen

11/outubro/2009

Trechos da coletiva durante a Vuelta a Chihuahua.

Na noite de Pau do Tour 2007, estive muito perto do suicídio. Me tiraram do hotel da equipe e levaram a outro, que não sabia onde era e me deixaram sozinho. Estive ali até a manhã seguinte. Foi a noite mais longa da minha vida, foi uma experiência terrível e chorei como nunca havia feito antes na minha vida

O que passei naquela noite é indescritível, foi a maior decepção da minha vida.

Estive a ponto de correr a Vuelta com a Contentpolis-Ampo, mas uma regra estúpida me impediu. Não estava pré-inscrito e a Unipublic não aceitou a minha presença. Na mesma situação estavam três corredores da Silence-Lotto e que correram. Também disseram que eu não tinha o passaporte biológico em dia, quando não é verdade, pois eu tenho sido mais testado do que a metade dos corredores que estão aqui (Chihuahua). Se eu tivesse corrido, tenho certeza que ficaria entre os 10.

Tenho duas ou três ofertas de equipes européias e em pouco tempo assinarei com uma delas. Voltarei a correr na Europa e disputar uma grande: a Vuelta com certeza e talvez o Giro. O Tour não, creio que os franceses não me querem lá.

A idade não é problema para mim. Armstrong quer ganhar o Tour 2010 e já tem 38 anos. Fisicamente me sinto jovem e ainda que às vezes a cabeça me diga que sou velho, fico motivado ao treinar com Kreuziger, Fuglsang e comprovar que subindo continuo sendo melhor do que eles.

rasmussen