Jens Voigt fala sobre a queda

21/julho/2010

Ainda ter disposição para dar uma entrevista depois do ocorrido? É o verdadeiro Chuck Norris!

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Jens Voigt – Bicicleta Amarela

21/julho/2010

‘Eu vinha a apenas 20 segundos do grupo da frente, mas a cerca de 2Km de descida o pneu da frente explodiu e eu pense “Oh Deus” e eu caí. Apenas um ano depois do meu acidente horrível eu caí novamente em outra descida de montanha. E deixe-me dizer: o único lugar que se sente bem agora é o meu cotovelo direito. O resto de mim está esfolado. Além disso, tenho cinco pontos no cotovelo esquerda e há algumas coisas que não estão no lugar certo! Talvez eu tenha que fazer um Raio-X, mas eu odeio Raio-X (radiação), mas, se eu tenho uma costela quebrada, não posso fazer nada.

O pior de tudo é que eu quase fui tirado à força do Tour pelo segundo ano consecutivo. O problema era que o primeiro carro da equipe tinha ido atrás de Andy Schleck e o segundo tinha ido para a frente entregar garrafas de águano sopé da montanha seguinte. Como resultado, eu não tinha bicicleta, pois a minha quebrou.

Então o carro vassoura passou e perguntaram: “Você quer entrar?” E eu disse: “Não, eu não preciso de vocês”. Finalmente os organizadores da corrida me deram uma bicicleta, amarela, para um júnior. Muito pequena pra mim e com pedais antiquados. Mas foi a única maneira que eu encontrei para descer a montanha, por 15 ou 20Km até que finalmente consegui uma bicicleta adequada com a equipe’.

Jens Chuck Norris Voigt


Última chance

28/outubro/2009

retirada

5 corredores de destaque vão para o seu provável último ano no pelotão profissional:

Gilberto Simoni
Aos 38 anos de idade, Gilberto Simoni parece estar há alguns anos no último ano de sua carreira. Um herói em seu país Gibo tem dois Giro d’Italia e vitórias em etapas de todas as grandes. Teve uma bela carreira marcada por controvérsias e triunfos. Bem maduro e mais tranquilo, Simoni deve correr mais esse ano e pendurar a bicicleta.

George Hincapie
Aos 36 anos ele ainda está muito forte, mas o tempo não para e o fim está próximo para Big George. Admirado por seus companheiros é um ídolo nos EUA. Ao longo dos anos passou de gregário para um corredor forte e vai tentar ganhar a Paris-Roubaix correndo pela BMC. O destino de Hincapie em 2011 dependerá de seus resultados nas clássicas do ano que vem. Vitórias e glória farão com que ele permaneça. Do contrário é provável que o melhor ciclista americano em provas de um dia também pendure a bicicleta.

Jens Voigt
Ele construiu sua carreira ao seguir ao longo dos anos como um gregário fiel e lançando ataques impiedosos. Parece ter uma capacidade de sofrer com poucos e por isso é admirado pelos colegas e fãs. Durante sua carreira de 13 anos acumulou vitórias no Giro e no Tour, além de acumular três vitórias no Critérium International, além da classificação por pontos, montanhas ou contrarrelógio em diversas provas. Agora, aos 38 anos, parece estar prestes a abandonar o esporte, mas não antes de mais um ano andando na frente do pelotão ajudando seus colegas da Saxo Bank.

Jason McCartney
Aos 36 anos ele também está chegando ao final da sua carreira. Domestique na Saxo Bank, com a exceção da classificação KOM do Tour of California ele teve uma temporada muito tranquila. Mesmo com o renascimento de equipes norte-americanos, parece que ele vai andar apenas mais um ano dando suporte aos companheiros.

Robbie McEwen
O Pocket Rocket com 37 anos está apresentando um pouco de ferrugem nas suas pernas, mas um ano mais parece ser possível para o australiano rápido. Pioneiro no seu país na categoria sprinter, ganhou etapas em todas as grandes, ganhou a classificação de pontos em três oportunidades no Tour e acumulou inúmeras vitórias ao longo dos seus 14 anos como profissional. Terá mais um ano na Katusha, para esquecer um ano ruim em 2009 e pensar no Mundial na sua terra natal.


Tour de France 2009 – O casco

23/julho/2009

Esse artigo (ou a tradução de uma notícia) é dedicado aos ciclistas que teimam em treinar sem capacete.

TOUR DE FRANCE – Voigt melhora; o capacete salvou a sua vida.

Eurosport, quarta-feira, 22 de julho, 13:07

O estado de saúde de Jens Voigt, corredor alemão da Saxo Bank que sofreu uma grave queda na etapa de terça, evolui´de maneira favorável.

Segundo os médicos que o atenderam, o fato do ciclista usar capacete “foi o que salvou a sua vida”.

Não querendo ser aproveitador nesse momento delicado, eu perguntaria ao corredor, um dos mais críticos à proibição dos auriculares, citando sempre a segurança, por quê motivo a equipe, os massagistas ou seja lá quem for não avisou que o asfalto estava ruim nesse ponto? O rádio resolveu alguma coisa? Onde estava a segurança?

São Fausto está sempre presente e contrariado pelo fiasco da etapa-passeio-sem-rádio, deu um aviso: o rádio não evita uma queda. O rádio é importante para a segurança entre os organizadores, médicos, ambulância, helicóptero, etc. Ninguém cai ou deixa de cair por causa dele.


Tour de France 2009 – Ainda a queda de Voigt

23/julho/2009

Em algum site saiu a notícia que o guidão havia quebrado.

voigt

Acho que não estamos vendo o mesmo acidente.


Tour de France 2009 – Jens Voigt

21/julho/2009

Vídeo da queda de Jens Voigt. Foi feio.

Minha opinião: falta de habilidade (ou prática) em andar em asfalto ruim. Ficou bem claro, bem na emenda do asfalto havia um pequeno degrau, a roda dianteira saltou e caiu em cima da faixa lisa, opa, branca.

Se ele treinasse no Brasil, estaria calejado de passar de emenda em emenda, de remendo de buraco em remendo de buraco, de desviar de olho-de-gato e outros “bstáculos” mais.

Lembrando: comentários mal-educados, ofensivos e sem fundamento não são publicados…


O Tour e o rádio: a polêmica continua

02/julho/2009

Agora, além do careca Riis o coro foi engrossado pelas vozes de Stijn Devolder (Quick-Step) e Jens Voigt (Saxo Bank).

As justificativas contra o não-uso do rádio são as mesmas: segurança dos corredores.

Voigt mostra-se indignado com a proibição nas duas etapas. Chegou a exagerar, comparando com a proibição de usar cabos de freios ou capacetes nessas duas etapas.

Riis comenta que os patrocinadores dão uma fortuna para a equipe e em caso de um acidente com seus principais ciclistas (os Schleck) como ficaria?

Devolder declarou que será uma corrida diferente e com resultados diferentes mas que, pelas mesmas razões de segurança, prefere com rádio.

Posso estar enganado, mas eu não ficaria surpreso com uma “greve” de corredores nesses dois dias.